Blog Refúgio do Corpo

Inicialmente, o Blog Refúgio do Corpo tinha um espaço reservado com muito carinho, dentro do meu site. Porém, devido ao grande número de acessos a ele, fui aconselhada a migrá-lo à um serviço próprio de hospedagem de Blogs para liberar mais espaço na navegação de ambos, Site e Blog. Apesar do trabalho de refazer o Blog, fiquei muito feliz, pois significa que as pessoas estão buscando informações e cuidando de sua saúde e qualidade de vida!!!
Dessa forma, convido a todos, que continuem nos acompanhando pelo nosso site e agora também por esse canal de comunicação!!!

Um grande abraço,
Lilian Furlan
Educadora Física & Personal Trainer


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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Seu corpo dá 13 motivos para você começar a correr já*

Antes de você conhecer todos os benefícios que a corrida proporciona, vamos lembrar que a duração da corrida deve obedecer ao condicionamento físico, às necessidades e objeitvos de cada pessoa. É importante lembrar também que alongamento e musculação são essenciais para dar suporte ao corpo e para que você obtenha os melhores resultados com essa prática esportiva. Por último, mas não menos importante, não inicie a corrida ou qualquer outro tipo de atividade física sem o aval de um médico e a prescrição de um bom profissional de Educação Física. Isso o ajuda a evitar problemas de saúde, lesões musculares e articulares e otimiza sua evolução na vida saudável.
1. Coração: a corrida exige que o coração aumente o fluxo de sangue para todo o corpo. As fibras do músculo se fortalecem e a cavidade aumenta. Há uma hipertrofia excêntrica do miocárdio (alteração na parede e na cavidade do ventrículo esquerdo) melhorando a ejeção sanguínea. Desta forma o coração bombeia mais sangue com menos batidas, se tornando mais eficiente. Com o aumento da circulação sangüínea pelo corpo, cresce a entrada de oxigênio nos tecidos.

2. Pulmões: correr faz com que o volume de ar inspirado seja maior, aumentando a sua capacidade de respiração. Há também um aumento da quantidade de oxigênio absorvido do ar atmosférico.

3. Ossos: estimula a formação de massa óssea, aumentando a densidade óssea evitando problemas como a osteoporose.

4. Pressão arterial: correr estimula a vasodilatação, o que reduz a resistência para a circulação de sangue. Há trabalhos específicos para alunos hipertensos, como trabalhar a velocidade em terrenos planos. Uma maneira de diminuir a sua pressão é trabalhando a velocidade em terrenos plano.

5. Cérebro: aumenta os níveis de serotonina, neurotransmissor que regula o sono e o apetite. Em baixas quantidades, essa substância está associada ao surgimento de problemas como a depressão.

6. Peso: quanto maior a intensidade do exercício maior a queima calórica e de gordura. A corrida ajuda a gastar muitas calorias, favorecendo a perda ou manutenção do seu peso. Em uma hora de treino, um atleta chega a queimar até 950 calorias.

7. Colesterol: diminui os níveis de LDL (colesterol "ruim"). Corredores de longas distâncias têm o nível mais alto de HDL (colesterol bom ), encarregado de transportar os ácidos graxos no sangue e de evitar o seu depósito nas artérias.

8. Estresse: com a corrida, há liberação do hormônio cortisol, aliviando o estresse e a ansiedade.

9. Sono: fazer atividade física, melhora a qualidade de sono. Correr faz a pessoa dormir melhor. Após o exercício, o corpo libera endorfina, substância que provoca a sensação de bem-estar e ajuda a relaxar.

10. Músculos: a corrida ajuda a melhorar a resistência muscular e também queima a gordura dos tecidos musculares, deixando-os mais fortes e definidos.

11. Rins: com o aumento da circulação, há também uma melhora da função dos rins, que filtram o sangue e reduzem o número de substâncias tóxicas que circulam pelo corpo.

12. Articulações: correr torna a cartilagem das articulações mais espessa, o que protege melhor essas regiões tão frágeis do nosso corpo.

13. Aumenta a libido: após 30 minutos de corrida, há um aumento da testosterona que permanece assim, por mais uma hora aproximadamente. No caso das mulheres, também há um aumento dos hormônios relacionados ao desejo, além de aumentar a auto-confiança.

Fonte: Minha Vida, Saúde, Alimentação e Bem Estar
Profª Lilian Furlan
*As informações aqui disponíveis não substituem o aconselhamento profissional.
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Leptina e grelina atuando na regulação da ingestão alimentar*

Sendo um dos principais responsáveis pela homeostase corporal, o hipotálamo faz a ligação entre o sistema nervoso e o sistema endócrino, atuando na ativação de diversas glândulas desse último sistema (NIEUWENHUYS et al., 2008). Entre as principais funções hipotalâmicas destacam-se:
- Manutenção do ritmo circadiano;
- Regulação do ciclo sono e desperto;
- Resposta ao estresse;
- Regulação da temperatura corporal;
- Fome e apetite;
- Sede;
- Comportamento sexual;
- Comportamento defensivo.
Na obra de Nieuwenhuys et al. (2008) é posto que o hipotálamo representa a maior parte ventral do diencéfalo (porção inferior do cérebro), no qual forma o piso e contribui para o desenvolvimento das paredes do terceiro ventrículo.
Das funções hipotalâmicas, o controle da fome é de grande valia devido à possível associação com o quadro da obesidade. É aceito que o hipotálamo tem importante papel na regulação da ingesta alimentar e no controle do peso corporal (NIEUWENHUYS et al., 2008), mas esse papel é influenciado pela presença da leptina, um hormônio derivado dos adipócitos que tem a concentração associada a massa de tecido adiposo.
A atuação da leptina sobre o cérebro pode ser resumida por meio da estimulação de alguns neuropeptídios. Os neurônios sensíveis à leptina formam duas populações: a primeira composta por neuropeptídios Y e AGRP; já a segunda por alfa-MSH. Esses três neuropeptídios participam da regulação da ingesta alimentar.
Despopoulos e Silbernagl (2003) afirmam que o hipotálamo é o centro responsável pelas respostas para manutenção do peso corporal. Entre as mensagens enviadas e recebidas estão:
- Tamanho dos depósitos de gordura: sendo a concentração de leptina o principal indicador dessa informação;
- Absorção de nutrientes e consumo de energia: por meio da concentração de leptina é feita a modulação dessas ações (reserva de gordura alta é demonstrada por alta concentração de leptina, que se responde com diminuição da ingesta e aumento do gasto energético; e vice-e-versa).
A ação da leptina sobre o hipotálamo é feita com a ligação do hormônio aos receptores de leptina (Ob-Rb). Essa ação é mediada principalmente por dois neurotransmissores já citados. O alfa-MSH é liberado pela estimulação provocada pela leptina e atua inibindo a absorção de nutrientes e aumentando o gasto energético. Já o neuropeptídio Y é inibido pela leptina, pois este provoca fome, aumentando a ingesta e diminuindo o gasto energético (DESPOPOULOS; SILBERNAGL, 2003; MOTA; ZANESCO, 2007). Despopoulos e Silbernagl (2003) ainda destacam que a deficiência de leptina provoca liberação exagerada do hormônio liberador gonadotrófico e pode chegar à obesidade infantil.
Sobre os efeitos da leptina no gasto energético, Kelesidis et al (2009) explicam que existe aumento das catecolaminas circulantes e maior termogênese nos tecidos, assim como estímulo à lipólise. Dessa forma a leptina impede a queda no gasto energético que normalmente acompanha a queda da ingesta alimentar. Em tecidos periféricos, a leptina também atua com aumento da captação de glicose, principalmente nos músculos e tecido adiposo marrom. Outras ações da leptina incluem regulação da função imunológica, hematopoiese, angiogênese e metabolismo ósseo.
Em resumo a leptina atua no núcleo arqueado no hipotálamo por meio da liberação de neuropeptídios relacionados ao apetite e à saciedade (anorexígenos), com sua alta concentração reduzindo a ingesta alimentar e sua baixa concentração resultando em hiperfagia (MOTA; ZANESCO, 2007).
Romero e Zanesco (2006) concordam que a leptina representa importante papel no controle do peso corporal, mas destacam a participação de outra substância, a grelina. Os autores informam que o primeiro hormônio reduz o apetite pela -MSH, apesar de sua concentração nãoainibição do neuropeptídio Y e liberação do  ser totalmente controlada pela quantidade de massa de tecido adiposo, discordando de Nieuwenhuys et al. (2008). Já a grelina é um estimulador da liberação do hormônio do crescimento, com efeito no hipotálamo e nas células somatotróficas da hipófise.
A grelina é produzida no estômago e atua no hipotálamo, pituitária, fígado e trato gastrointestinal (KELESIDIS et al., 2009). No organismo humano a concentração de grelina plasmática é alta antes das refeições e em dietas para perda de peso corporal, mas cai de forma aguda após a alimentação. Dessa forma é possível perceber que a grelina atua no hipotálamo estimulando a ingesta alimentar. Em adição a esse efeito, atua também na redução do gasto metabólico contribuindo para o quadro de obesidade (MOTA, ZANESCO, 2007).
Os neuropeptídios Y e AGRP são liberados pelos neurônios estimulados pela grelina, que estão no núcleo arqueado do hipotálamo, estimulando o apetite (MOTA, ZANESCO, 2007).
Em conclusão é possível identificar que a alta concentração de leptina provoca diminuição da ingesta alimentar e promoção do gasto energético, enquanto a alta concentração de grelina estimula o consumo de alimentos. Os dois hormônios atuam principalmente no núcleo arqueado do hipotálamo com estímulos sobre neurônios sensíveis às substâncias.
REFERÊNCIAS
Despopoulos A; Silbernagl S. Color atlas of physiology. 5ª ed. Thieme: New York, 2003.
Kelesidis T; Kelesidis I; Mantzoros CS. Environmental inputs, intake of nutrients, and endogenous molecules contributing to the regulation of energy homeostasis. In: Mantzoros CS (org). Nutrition and metabolism: underlying mechanisms and clinical consequences. Humana Press: Boston, 2009.
Mota GR; Zanesco A. Leptina, ghrelina e exercício físico. Aquivo Brasileiro Endocrinol Metab, 51 (1), 2007, 25-33.
Nieuwenhuys R; Voogd J; Van Huijzen C. The human central nervous system. 4ª ed. Springer: New York, 2008.
Romero CED; Zanesco A. O papel dos hormônios leptina e grelina na gênese da obesidade. Revista de Nutrição, 19 (1), 2006, 86-91.
Artigo arquivado em Ciência
*As informações aqui disponíveis não subsitutem o aconselhamento profissional.
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Cientistas descobrem mecanismo que controla ganho de peso*

Cientistas americanos descobriram um mecanismo molecular que controla o consumo de energia nos músculos e que permitiria regular o peso, segundo trabalhos efetuados com cobaias e divulgados nesta terça-feira.
Os autores deste estudo publicado na Cell Metabolism estimam que a descoberta poderá desembocar num novo enfoque clínico do tratamento do excesso de peso e da obesidade, que afetam um terço da população adulta dos Estados Unidos.
Esse mecanismo leva o organismo a armazenar calorias e contribui, portanto, com o aumento do peso. Experiências precedentes em animais haviam mostrado que indivíduos desprovidos desse mecanismo de armazenamento queimavam mais calorias e estavam menos expostos ao sobrepeso. Portanto, neutralizar esse mecanismo obriga o organismo a utilizar mais energia e a limitar o aumento de peso.
O mecanismo está controlado por canais potássicos sensíveis à molécula denominada ATP (adenosina trifosfato), explicam os cientistas. Esses canais ou KATP participam de numerosas funções biológicas, entre elas a transmissão do influxo nervoso, enquanto que a ATP fornece em todos os organismos vivos a energia necessária para as reações químicas das células.

Fonte: Portal da Educação Física
*As informações aqui disponíveis não substituem o aconselhamento profissional.
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Perda de Peso e Metabolismo*


Perda de peso: Dicas para acelerar o metabolismoComo acelerar o metabolismo e potencializar a perda de peso, sem perder a saúde.
 
Depois da terceira década, o metabolismo começa a declinar em um ritmo de 2 a 4% por década, e perder peso pode ficar muito difícil. Mas mesmo diante desse desafio ainda existem formas de conseguir perder aquela barriguinha. Abaixo você confere dicas saudáveis para ajudar você a emagrecer.
 
Aumente a quantidade de músculos
Para começar é importante garantir que ao se exercitar você consiga ganhar massa muscular. Um estudo publicado pela Universidade do Colorado na revista Health Science, demonstrou que perder 0,4 quilos por semana durante 12 semanas pode diminuir o metabolismo por causa da perda de músculos que exercícios aeróbicos causam. Isso pode fazer com que o indivíduo consiga perder alguns quilos inicialmente, mas depois não consiga mais perder peso.
Para mudar essa situação, levantar peso três vezes por semana é a maneira mais rápida de conseguir músculos e alcançar resultados quando a balança insiste em não se mover. Pesquisas mostram que fazer exercícios anaeróbios regularmente pode acelerar o seu metabolismo quando você está descansando em até 8%. Ou seja, com a musculação você pode queimar calorias mesmo parado!
Em um estudo que durou oito semanas, homens e mulheres que fizeram apenas aulas aeróbicas conseguiram perder 1,8 quilo, mas não ganharam músculos, enquanto aquelas que fizeram a metade de aulas aeróbicas, mas fizeram levantamento de peso perderam 4,5 quilos de gordura e ganharam 0,9 quilos de músculos.
Descansar menos entre os exercícios também pode ajudar. Fazer uma pausa de apenas 20 segundos, ao invés de uma que dure de 60 a 90 segundos, entre cada série queima calorias extras e acelera o metabolismo.
Prestar atenção na alimentação também ajuda. Por isso coma menos e mais vezes para acelerar seu metabolismo. Espalhar calorias durante o dia faz com que o 
açúcar do sangue fique estável e controla a liberação de insulina. Sem picos de insulina, o acúmulo de gordura é menor (descubra mais sobre índice glicêmico e metabolismo).

Ultrapasse seus limites
É um cenário comum: os primeiros 9 quilos são perdidos com facilidade, mas depois disso começa a ficar mais difícil e pode ocorrer uma estagnação no processo de emagrecimento por volta da terceira semana de exercícios regulares. Segundo Michele Kettles, diretor médico da clínica Cooper em Dallas, quando você começa a perder peso, seu corpo trabalha menos para se manter, simplesmente porque existe menos de você para ele sustentar.
Isso significa que a sua malhação tem um efeito menor na queima de calorias. Por isso que se você pesa 81 quilos e perde 15, provavelmente você vai começar a derreter cerca de 100 calorias a menos em uma aula de exercício aeróbico que dure uma hora.
Também a questão da idade começa a comprometer na hora de continuar a perda de peso, pois quando você vai ficando mais velho, a fragilidade do corpo e doenças como artrite podem dificultar a prática de atividades fortes e de alto impacto que ajudam a compensar esse déficit na perda de caloria.
Para reverter essa situação evite fazer outras coisas enquanto você se exercita, como assistir TV ou ler um livro, pois isso pode diminuir a intensidade de seu exercício e a queima de calorias. Ao invés disso, preste atenção ao seu pulso. Para melhores resultados esteja sempre entre 60 e 80% do máximo da capacidade do seu coração.
Nunca fique com a mesma rotina de exercícios durante muito tempo. Para continuar a perder peso é importante sempre estar desafiando o próprio corpo. Na primeira semana de todo mês, faça sempre uma nova série de exercícios.
Não pare de se movimentar no seu dia a dia
Pode acontecer subconscientemente, mas estudos mostram que algumas pessoas se movem menos depois que começam a se exercitar.
De acordo com uma pesquisa do Netherlands, quando mulheres e homens com cerca de 60 anos começam a malhar duas vezes por semana, a suas atividades diárias diminuem cerca de 22%. A razão para isso ainda não é conhecida, mas os especialistas acreditam que seja por causa da fatiga pós-exercício ou por causa da sensação que muitas pessoas têm de que se você está malhando pode se dar ao luxo de parar de fazer pequenas atividades.
Infelizmente essa idéia está errada. De acordo com um estudo da clínica Mayo, pequenas atividades, como ficar em pé ao invés de sentado e andar mais durante o dia, podem queimar cerca de 350 calorias por dia.
Além disso, outra pesquisa mostra que diminuir suas atividades diárias pode desligar uma enzima que controla o metabolismo da gordura e fazer a perda de peso mais difícil, o que faz com que os exercícios físicos realizados em uma academia, por exemplo, não sejam suficientes para perder peso.
Para ter certo controle sobre as atividades que você têm quando não está na academia, compre um pedômetro e use-o nos dias em que você não se exercita. Depois calcule a sua média somando os totais diários e dividindo-os pelo número de dias que você usou o aparelho. Se você não mantiver esse nível de atividade todos os dias, a sua perda de gordura irá diminuir. Ou seja, se você geralmente anda 5.000 passos por dia, mas não faz o mesmo naqueles dias em que você malha, isso pode diminuir a sua perda de peso em até 50%.

Controle a bocaEm estudo publicado no International Journal of Obesity, pesquisadores descobriram que quando mulheres e homens com mais de 35 anos e que estão acima do peso começam a se exercitar, alguns deles compensam a sua atividade física comendo até 270 calorias extras por dia, adquirindo mais dá metade das calorias que queimaram malhando.
Isso pode acontecer porque se exercitar regularmente muitas vezes pode estimular a liberação de ghrelin, um estimulante de apetite que tem a função de proteger o corpo de uma perda de peso excessivamente rápida. Para fazer o problema ficar pior, o apetite pode aumentar também quando a menopausa se aproxima, por causa do declínio dos níveis de estrogênio.
Para superar essas adversidades tente não malhar de barriga vazia, pois quando você se exercita sem nada no estômago o seu açúcar baixa, o que pode fazer com que o seu apetite fique maior e você coma mais do que deveria. Para evitar isso faça um pequeno lanche antes de se exercitar. Coma uma banana, uma barrinha de cereal ou tome um iogurte cerca de meia hora antes de ir para a academia.
Anotar tudo que você ingere também é uma ótima técnica para perder peso. Mas anote antes de comer e não depois, para que você possa verificar o que já comeu no dia e decidir o que deve ou não consumir.
De acordo com um estudo da Universidade da Carolina do Norte na Chapel Hill, beber bastante água, além de hidratar, faz com que você consuma cerca de 200 menos calorias que uma pessoa que só bebe chá, café, refrigerantes entre outras bebidas. Para melhorar os resultados, beba água gelada, pois ela acelera o metabolismo. Seis copos de água gelada por dia queimam 50 calorias.
 
Por: Profª Lilian Furlan
Fonte: www.bancodesaude.com.br
* As informações aqui disponíveis não substituem o aconselhamento profissional.
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