Blog Refúgio do Corpo

Inicialmente, o Blog Refúgio do Corpo tinha um espaço reservado com muito carinho, dentro do meu site. Porém, devido ao grande número de acessos a ele, fui aconselhada a migrá-lo à um serviço próprio de hospedagem de Blogs para liberar mais espaço na navegação de ambos, Site e Blog. Apesar do trabalho de refazer o Blog, fiquei muito feliz, pois significa que as pessoas estão buscando informações e cuidando de sua saúde e qualidade de vida!!!
Dessa forma, convido a todos, que continuem nos acompanhando pelo nosso site e agora também por esse canal de comunicação!!!

Um grande abraço,
Lilian Furlan
Educadora Física & Personal Trainer


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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Não faço corrida porque sou gordo ou sou gordo porque não corro?*

O gordinho cultiva uns quilos a mais, gostaria de correr, mas não começa porque teme o impacto nas articulações ou um peripaque cardiorrespiratório. 

Já que não corre, mantém os tais quilinhos, e o círculo vicioso permanece: não corre porque está acima do peso ou está acima do peso porque não corre?

Para acabar com o dilema, médicos e treinadores avisam: Quem está gordinho e não tem contra-indicação médica pode começar já, desde que o exercício seja feito com regularidade e na intensidade correta.

Quase 2 milhões de pessoas morrem anualmente em todo o mundo, devido à falta de atividade física, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde)

Além de afastá-lo dessa triste estatística, segundo o fisiologista Rogério Neves, diretor médico da SportsLab, correr é bom para:
Circulação: o sangue circula mais pelo corpo, aumentando a entrada de oxigênio nos tecidos e otimiza a função dos órgãos.

Rins: o aumento da circulação melhora a função do rim, que filtra o sangue e reduz o número de substâncias tóxicas que circulam pelo corpo.
Sono: o organismo aproveita melhor as horas de sono. É nesse momento que o corpo relaxa e absorve os ganhos fisiológicos do exercício.

Cérebro: aumentam os níveis de serotonina, neurotransmissor associado à depressão. Em baixos níveis, o hormônio é associado às alterações do sono, vontade de comer doce e depressão.

Peso: uma pessoa de 70 kg queima cerca de 450 calorias a cada hora de corrida.

Glicemia: as taxas de glicose caem e as células se tornam mais sensíveis à insulina, o que reduz os níveis de açúcar no sangue.

Ossos: a corrida estimula a formação de massa óssea ajudando a prevenir lesões como a osteoporose.

  Pressão: a corrida promove maior elasticidade dos vasos sangüíneos, o que ajuda a manter a pressão baixa.

Pulmão: corredores têm menos risco de contrair infecção respiratória, já que, com a corrida, a função do pulmão é maximizada – principalmente na porção superior.

Colesterol: os níveis de LDL (colesterol “ruim”) diminuem.

Estresse: o hormônio cortisol, liberado quando a pessoa está estressada, é queimado durante a corrida, diminuindo a carga de estresse.

Coração: a corrida ajuda a fortalecer e melhorar a eficiência. Gradativamente o atleta tem capacidade para bombear mais sangue com menos batimentos cardíacos.


Adepto às doses de uísque, happy hours e um bate bola com os amigos, o estressado empresário José Donizetti, 51, acumulava duas úlceras e 90 quilos –para 1,75 m– ao decidir mudar o estilo de vida, emagrecer e começar a correr. “Ao ver pessoas correndo no parque percebi que aquele era o esporte que eu queria para minha vida, mas não tinha idéia do mundo da corrida. Não sabia da existência de treinadores, assessorias, provas e achava que maratona era a São Silvestre.”


Ao fazer um check up para iniciar os treinos o empresário tinha todos os exames alterados. “O médico perguntou se eu comia graxa”, lembra. O início foi desgastante, tanto para o corpo, como na vida pessoal. “Ia para USP aos sábados muito cedo e sofria. Caminhava e trotava e me perguntava o que estava fazendo ali. Mas, no fundo, o sofrimento tinha gosto de desafio. Eu queria correr como as outras pessoas, nunca pensei em desistir. Minha mulher sentiu ciúmes e quis discutir a relação. Eu disse: ‘arrumei uma amante e o nome dela é corrida’. Após um ano ela começou a me acompanhar nas provas e hoje treina comigo.” Treino Longo e estável

O treinamento começa com caminhadas, depois trotes até que o indivíduo consiga correr sem parar por, pelo menos, 30 minutos. “Ninguém consegue correr direto, logo no início, é melhor caminhar rápido”, explica a explica a endocrinologista Ellen Simone Paiva, endocrinologista do Citen (Centro Integrado de Terapia Nutricional).

Isso porque a queima de gordura precisa de pelo menos 30 minutos de exercício constante, num ritmo de leve a moderado, sem grandes oscilações da freqüência cardíaca.
“A freqüência cardíaca é muito individual. A exaustão de um atleta pode não ser igual a de outro. Com o exame ergométrico, é possível trabalhar na faixa de queima de gordura e evoluir à medida que o corpo ganha condicionamento”, diz Sérgio Garcia Stella, professor de educação física e doutor em obesidade pela Unifesp.
22% dos casos de doença cardíaca isquêmica (falta de sangue no coração, que provoca o enfarte) e entre 10% e 16% dos casos de câncer de mama, câncer de cólon e diabetes são causados pela falta de exercícios físicos, segundo a OMS.

A veterinária Maira Martins Passos, 28, que corre desde o ano passado, já queimou dez quilos nos treinos. Com 1,74 m de altura, ela pesa 97 quilos e quer perder mais 20.
“Eu sentia muito mais dor no joelho quando era sedentária. Hoje sou capaz até de completar 21 km! Mas meu ortopedista recomendou que eu corra apenas provas de 10 km, pelo menos enquanto eu não diminuir o peso”, explica Maira que em julho fez a Corrida do Inverno do Circuito das Estações Adidas. “Foi a primeira prova que corri inteira, sem caminhar”, conta.

O que importa na tomada de decisão é fazer avaliação da situação real que você se encontra e a partir dos resultados, traçar metas objetivas e seguir a risca. Siga os critérios prescritos e faça do treinamento uma rotina, um estilo novo de vida. Colherá bons e saudáveis frutos.

Fonte: Revista O2
*As informações aqui disponíveis não substituem o aconselhamento profissional.
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Proteja seu Coração*



Estresse, poluição, instabilidades emocionais e até problemas de pele podem estar relacionados às doenças cardiovasculares, consideradas hoje a maior causa de mortalidade no país, juntamente com outras patologias do aparelho circulatório. "Perdemos aproximadamente 300 mil vidas em razão de complicações desta natureza, o que representa 38% a 40% dos óbitos na população brasileira. A segunda grande causa de mortalidade - que reúne todos os tipos de câncer - representa praticamente a metade, atingindo 20% a 24% da população", alerta o cardiologista Antonio Mendes Neto, presidente da regional de Santos da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp).
Os eventos popularmente conhecidos como ataques cardíacos nada mais são do que uma interrupção, temporária ou não, no funcionamento do coração. "São causados principalmente por isquemias - quando há uma interrupção súbita do fluxo sanguíneo - ou arritmias - descompassos nos batimentos cardíacos, que não necessariamente precisam estar acelerados", esclarece Mendes Neto.
 
ATENÇÃO AOS RISCOS
Em razão de sua magnitude, os problemas cardiovasculares têm despertado a atenção dos especialistas e os estudos na área não param de trazer novas evidências a respeito de suas causas. E, nesse ponto, as conclusões dos levantamentos internacionais e nacionais apontam para um consenso em relação aos principais fatores de risco. Tanto a avaliação Interheart (2004), aplicada a mais de 30 mil pessoas em 35 países dos cinco continentes - incluindo o Brasil -, quanto o estudo Afirmar (2003), realizado em 104 hospitais de 51 cidades do país, advertem para o perigo representado pela associação de maus hábitos à mesa e sedentarismo, além de alertarem para o risco representado pelo cigarro. Segundo os especialistas, mais de 90% dos ataques cardíacos seriam prevenidos se estes e outros descuidos fossem observados e contornados com mudanças de atitude. "Embora a predisposição genética seja um fator importante, temos muitos outros elementos que chamamos de modificáveis e que interferem de maneira decisiva nesse processo", afirma o cardiologista Miguel Antonio Moretti, do Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
Mas o que as pesquisas recentes têm mostrado é que, além desses fatores já conhecidos, outros perigos também ameaçam a saúde do coração. Ficar atento a todos esses vilões é uma maneira certeira de garantir a longevidade e a qualidade de vida. E mais: as orientações valem mesmo para aqueles que nunca apresentaram nenhum tipo de distúrbio. "O peso da carga genética deve ser considerado. Mas, de certa forma, a exposição contínua e prolongada a fatores de risco deixa qualquer pessoa vulnerável", completa Moretti. Conheça, a seguir, alguns dos principais inimigos da boa saúde do coração e saiba como preveni-los.
 
1 EstresseÉ um dos fatores de risco mais importantes para o desenvolvimento de doenças coronárias. "Causa uma elevação da frequência cardíaca, provocada principalmente pela descarga de substâncias derivadas da adrenalina, as catecolaminas, no sangue. Com isso, há um aumento significativo do consumo de oxigênio pelo músculo do coração, o que pode levar a um espasmo da artéria - uma diminuição temporária no diâmetro do calibre do vaso sanguíneo -, interrompendo parcialmente o fluxo de sangue", explica Ricardo Pavanello, supervisor do setor de Cardiologia Clínica do Hospital do Coração (HCor). O alívio das tensões pode vir por meio da prática de atividades físicas e de lazer. Rever a rotina, buscando modificar ou neutralizar as fontes de desgaste mental excessivo, também é uma excelente pedida. Um exemplo prático de como mudar: se você vive constantemente aflito por chegar atrasado ao trabalho, em razão do trânsito, acostume-se a acordar mais cedo, para fazer o mesmo trajeto com tempo de sobra.
 
2 Contraceptivos orais e terapias de reposição hormonal (TRH)Mulheres que usam hormônios constantemente e por períodos prolongados estão mais propensas a desenvolver problemas cardiovasculares, especialmente em decorrência das tromboses venosas profundas. Entretanto, os medicamentos mais modernos, com baixíssimas dosagens hormonais, têm efeitos colaterais menores. "Diversos estudos mostram que essa parcela da população está mais suscetível à formação de coágulos nas veias, principalmente nas pernas. O problema é desencadeado pela diminuição no fluxo do sangue e pelo aumento de sua viscosidade. Mais ou menos seis milhões de tromboses desse tipo são detectadas por ano, a maioria delas sem sintomas", adverte Pavanello. O cigarro, quando combinado a um contraceptivo oral, é capaz de potencializar esses efeitos. "O uso de contraceptivo oral pode aumentar de duas a quatro vezes a incidência de trombose venosa profunda", completa Marcos Knobel, coordenador da Unidade Coronária do Hospital Albert Einstein. Pacientes que fazem uso de anticoncepcionais e das terapias de reposição - em razão de uma menopausa extremamente sintomática - devem continuar o tratamento. Porém, como prevenção, é importante que façam um controle rigoroso das funções cardiovasculares, por meio de exames periódicos.
 
3 Uso de cortisonaO medicamento anti-inflamatório chega a oferecer um efeito protetor à saúde do coração, pois sabe-se que a desestabilização das placas de gordura nos vasos também está intimamente relacionada a fenômenos inflamatórios. Por outro lado, o uso frequente de remédios à base desse ativo deixa a pessoa exposta a efeitos colaterais muito mais importantes, capazes de neutralizar completamente os benefícios. "Sabemos que a cortisona ajuda a aumentar os níveis de pressão arterial e de açúcar circulante no sangue, dois fatores diretamente relacionados aos riscos de problemas coronários. Por essa razão, não se recomenda o uso desse tipo de remédio para pacientes com complicações cardiovasculares", indica Ricardo Pavanello. Pacientes que não apresentam disfunções coronárias, venção, mas que fazem uso constante da cortisona, devem se submeter a exames regulares, para avaliação do perfil cardiológico.
 
Quanto mais baixa a taxa de HDL no sangue, maior é o risco para a saúde do seu coração
4 HDL baixo
Conhecido como o bom colesterol, o HDL penetra pouco nas artérias coronárias e ajuda a limpar a gordura que se concentra na superfície dos vasos, diminuindo o risco de ataques do coração. "Quanto mais alto o HDL, melhor. Quanto mais baixo, maior o risco de sofrer com problemas cardiovasculares", garante Pavanello. De qualquer forma, a análise desse índice precisa ser combinada ao estudo das taxas de colesterol total, para que se chegue a um diagnóstico preciso. "O peso da taxa de HDL depende da observação abrangente do paciente dentro de um contexto. Então, é fundamental submeter-se a um check-up pelo menos a cada dois anos", complementa o especialista.
 
5 Infecções e inflamaçõesPessoas que já têm algum nível de aterosclerose - processo de formação de placas de gordura nas artérias que pode ocasionar interrupção do fluxo sanguíneo - estarão mais sujeitas a ataques cardíacos quando apresentarem qualquer tipo de processo inflamatório ou infeccioso grave. "Um evento infeccioso, seja por contaminação bacteriana ou viral, ou inflamatório crônico, como a artrite reumatoide, é capaz de multiplicar por três vezes o risco cardiovascular. Essas doenças acabam contribuindo para acelerar o quadro inflamatório já diagnosticado", diz o cardiologista Antonio Mendes Neto. Infecções e inflamações agudas podem levar a uma diminuição do diâmetro das artérias, dificultando a passagem do sangue. "O processo está intimamente ligado à queda na liberação de óxido nítrico, que é uma substância vasodilatadora", completa o cardiologista Ricardo Pavanello. Segundo Mendes Neto, mesmo uma periodontite - inflamação da gengiva - em grau adiantado pode ser a gota d'água para ataques do coração em indivíduos predispostos. As evidências apenas reforçam a necessidade de, ao se notar qualquer processo infeccioso ou inflamatório, buscar tratamento o mais rápido possível.
 
6 Sono irregularJá está mais do que provado que as pessoas que apresentam apneia do sono estão mais propensas a desenvolver problemas de hipertensão, bem como complicações cardiovasculares. Mas até aqueles que, sem ter a doença, acabam dormindo menos do que precisam - especialmente em razão das exigências da vida moderna - poderão sentir na pele os mesmos efeitos desagradáveis. "Se o indivíduo não entra na fase REM do sono, que é um descanso profundo e que efetivamente recarrega as baterias, a saúde do coração fica comprometida. Sabemos que o órgão necessita desse repouso à noite para voltar a funcionar de forma equilibrada ao longo do dia", alerta o cardiologista Antonio Mendes Neto. Por isso, mesmo se não for possível descansar por mais tempo à noite, invista na qualidade das horas que passa na cama. Para tanto, basta adotar bons hábitos: evite refeições pesadas antes de se deitar, bem como bebidas e medicamentos que contenham cafeína. E tente programar seus exercícios para terminarem até quatro horas antes do momento de ir dormir.
 
7 Problemas renaisUma das principais consequências da insuficiência renal é a elevação da pressão sanguínea. A hipertensão atinge diretamente o coração e aumenta a prevalência de infartos em 25%. "Com as complicações renais, diminui-se a produção de uma substância chamada eritropoetina, que é matéria-prima para a formação das células vermelhas, as hemácias. Com o tempo, o quadro pode evoluir para a anemia, levando a uma piora no rendimento cardiovascular", explica Pavanello. "Algumas drogas utilizadas antes e depois do transplante de rim podem agravar a aterosclerose", lembra Marcos Knobel. Os cuidados com a saúde do coração, portanto, implicam em um acompanhamento frequente das funções renais.
 
8 PoluiçãoAlém do mal-estar provocado pelo contato com substâncias poluentes, os efeitos do monóxido de carbono na circulação são diretos. "O ar poluído faz com que, ao longo do tempo, o sangue fique mais espesso e os vasos se estreitem. Essa combinação prejudica a dinâmica circulatória, trazendo efeitos diretos para o coração", explica Miguel Antonio Moretti. Até mesmo a poluição sonora e a visual trazem prejuízos cardiovasculares, por conta do estresse que provocam. Na falta de oportunidade de sair das grandes metrópoles, o jeito é tentar minimizar os efeitos da poluição. Aposte em uma rotina de exercícios regular, tenha uma boa alimentação e controle indicadores como pressão arterial, açúcar no sangue e colesterol.
 
9 Abrir mão do tratamento com AASO ácido acetilsalicílico (AAS) é normalmente indicado para pessoas que apresentam um quadro de aterosclerose estabelecido, que sofreram complicações ou cirurgias cardiovasculares anteriores. E realmente funciona. "O medicamento, em doses adequadas, prescritas pelo médico, previne em 37% a ocorrência de um novo infarto e em 29% a ocorrência de derrame. Para entender sua ação, basta pensarmos no mecanismo da trombose que responde por boa parte dos ataques do coração. O evento é caracterizado pela formação de plaquetas - células do sangue que começam a se unir -, formando uma espécie de tampão que atrapalha a circulação em determinado local. O AAS tem justamente a função de diminuir a capacidade de aderência dessas plaquetas. Assim, não há entupimento dos vasos", explica Moretti. Prescindir do tratamento é, portanto, renunciar à proteção que ele proporciona. Mas atenção: "Nos pacientes que não possuem nenhuma doença estabelecida, os benefícios são inferiores a 15%. Os efeitos colaterais não compensam o uso continuado, como medida de prevenção", lembra o cardiologista.
 
 
 
 
Mudança de hábitos
Aposte em atitudes que vão fazer muito bem ao coração:
Invista em check-ups: qualquer pessoa acima de 18 anos precisa fazer o acompanhamento das suas taxas de colesterol, dos níveis de pressão arterial e das funções cardiovasculares pelo menos a cada dois anos. Esses exames ajudam a identificar precocemente os riscos para a saúde, possibilitando um tratamento mais eficiente e minimizando riscos de complicações.
Acerte na dieta: você já ouviu falar em gorduras boas e ruins, certo? Neste último grupo estão as saturadas, presentes nas carnes vermelhas, no leite e em certos óleos vegetais, como o de palma, coco e dendê. A gordura trans, que compõe boa parte dos produtos industrializados, é outra que deve ser evitada. No time das boas gorduras estão as monoinsaturadas - nozes, abacate e azeite extravirgem - e as poli-insaturadas, que podem ser encontradas nos óleos vegetais de milho e girassol e no salmão.
Pratique exercícios regularmente: durante a atividade física, o corpo precisa de mais oxigênio e, para que o sangue circule depressa, há uma dilatação natural dos vasos. Assim, o coração é capaz de ganhar novas fibras e artérias para irrigá-lo quando estimulado a trabalhar mais. Uma simples caminhada de meia hora por dia ajuda a diminuir a gordura abdominal, acabando com os triglicérides acumulados e permitindo que o HDL suba.
Mantenha o colesterol e a pressão arterial sob controle: como sabemos, o colesterol em excesso se deposita na parede das artérias formando placas de gordura e causando obstruções ao fluxo sanguíneo. A pressão alta agrava ainda mais esse problema, já que o sangue atingirá a parede dos vasos de maneira mais violenta, levando-as a um desgaste progressivo.
Deixe de fumar: quem inala as substâncias tóxicas do cigarro fica suscetível à formação de coágulos, tem as paredes dos vasos mais frágeis e expostas aos riscos de uma inflamação. As substâncias presentes no cigarro também levam as glândulas suprarrenais a liberar mais hormônios que provocam a contração dos vasos sanguíneos.
 
 
 
 
Fonte: Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP)
*As informações aqui disponíveis não substituem o aconselhamento profissional.
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